BadPorn – Blog de Ajuda aos Dependentes da Pornografia

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“Se continuar fazendo o que sempre fez, continuará sendo a mesma coisa”

Este blog foi criado para dar apoio solidário aos viciados em materiais pornográficos que desejam se livrar do problema. As idéias do BadPorn são humanísticas, livres de pregações religiosas e de moralismos sociais. Este blog não é vinculado a nenhuma religião ou organismo socio-cultural-educacional.

O dependente tem espaço para comentar e discutir o lado humano da dependência pornográfica sem julgamentos. A ninguém é dado o direito de prejudicar a indústria pornográfica e seus profissionais. A intenção deste blog é simplesmente de ajudar quem deseja largar o vício na pornografia. Aliás, o BADPorn não é contra e nem a favor do pornografismo. E outro detalhe importante: não condena a masturbação, pois acredita em práticas equilibradas e saudáveis.

Este blog é totalmente contra pedofilia, necrofilia, zoofilia, preconceitos em geral, desrespeito ao sagrado ou qualquer outra prática ilegal, desumana, impiedosa e distante dos valores morais, éticos e do respeito para com o próximo, seja este como for. Quem pratica estes atos bárbaros precisa de uma ajuda que o BADPorn jamais terá condições de oferecer, até porque as considera como crime.

O material postado aqui possui pesquisa, e é baseado na experiência de pessoas que passam pela situação. No BADPorn não há especialistas, mas sim, artigos trabalhados com hipóteses e com fatores reais. Portanto,  o blog pode te ajudar; mas cabe a você, leitor, avaliar e criticar para formar a sua opinião após cada leitura.

Lembre-se que todas as informações contidas aqui tratam do assunto de uma forma relativamente generalizada; pois cada caso é um caso diferente e cada dependente é um dependente diferente.

As palavras do BADPorn, apesar de amigáveis são leigas, amadoras e não podem ser levadas totalmente a sério. Em caso de dúvidas ou dificuldades, procure bons terapeutas para diagnosticar seus problemas, indicar tratamentos e apontar soluções. Com certeza a opinião deles será muito mais adequada do que as do BADPorn.

Para ler o blog, clique nas postagens mensais na coluna ao lado.

Contextualizando…

 Estudo de urologista da Universidade de Pádua sugere que ver pornografia na internet pode causar impotência

–> Brasileiros são os que mais acessam sites pornográficos, diz pesquisa

O Estudo avaliou hábitos de milhares de internautas em oito países. Os usuários de internet no Brasil são os que mais acessam sites de pornografia, segundo uma pesquisa encomendada pela empresa de tecnologia Symantec, que fez uma radiografia dos hábitos de mais de sete mil internautas em oito países. Segundo o levantamento, 55% dos internautas brasileiros visitam páginas com conteúdo pornográfico quando estão online.
Fonte: BBCBrasil.com

 –> Pornografia vicia como crack, diz especialista.

Um estudo realizado pelo Comitê de Ciência e Tecnologia do Senado norte-americano mostrou que a pornografia na Internet pode ser mais viciante do que o crack ou a cocaína. Imagens de misoginia, pedofilia ou sexo oral podem provocar efeitos negativos em muitos internautas. De acordo com a revista Wired, o estudo concluiu que os viciados em pornografia na Internet levam mais tempo para se recuperar do que drogados que usam crack ou cocaína. Pior ainda, os viciados em crack conseguem eliminar a droga do organismo.

No caso dos dependentes de pornografia digital, mesmo depois do tratamento, as imagens pornográficas permanecem no cérebro do paciente. Para Mary Anne Layden, co-diretora do Programa de Psicopatologia e Traumas Sexuais da Universidade de Pensilvânia, a pornografia é, atualmente, o maior perigo para a saúde psicológica das pessoas. “A Internet tem o melhor sistema de entrega de drogas. O usuário é anônimo e facilmente estimulado a adquirir novos padrões de comportamento”, explica Layden. “A droga (a pornografia) é entregue 24 horas por dia, sete dias por semana em sua própria casa”, acrescenta. Para Layden uma geração de jovens viciados está surgindo. E eles nunca vão querer tirar a “pornografia” de suas mentes.
Fonte: ReporterNews

–> Estudo diz que consumidores de pornografia são menos felizes

As novas tecnologias dispararam a procura por pornografia, sobretudo na internet, segundo um estudo divulgado nesta quarta-feira que adverte para o impacto negativo nas relações, na produtividade e na felicidade entre consumidores desses produtos.
Estes são alguns dos custos sociais detectados pelo grupo de pesquisadores multidisciplinar do “The social cost of pornography: A statement of findings and recommendations”, publicado pelo Instituto Witherspoon.

“Desde o começo da era da internet, as pessoas consomem mais pornografia do que nunca e seu conteúdo se tornou cada vez mais gráfico”, afirmou a pesquisadora do centro Hoover Institution, Mary Eberstadt. “Os que veem pornografia acreditam que sua vida sexual vai ser melhor, mas tem ejaculação precoce, mais disfunções e problemas para se relacionar”, afirma Mary Anne Layden, coautora e diretora do programa de traumas sexuais e psicopatologia da Universidade da Pensilvânia.

Segundo Layden, a exposição em massa a conteúdos pornográficos leva a mudanças de crenças e atitudes sociais; por exemplo, se aumenta a insensibilidade com relação às mulheres, se reduz o apoio ao movimento de libertação feminina e se perde a noção de que estes conteúdos devem ser restringidos para menores.Vários estudos, como o “Romantic Partners Use of Pornography; Its significance for Women” do médico A.J. Bridges, assinalam que a mulher que sabe que seu marido consome pornografia se sente traída e não confia no parceiro.

Os custos psicológicos a que fazem referência os autores em situações como esta podem desencadear outras consequências no casal, como o divórcio. Segundo dados da Sociedade Americana de Advogados Matrimoniais, que inclui 1,6 mil profissionais de todo o país, 56% dos 350 casos atendidos em 2003 tinham relação com o interesse obsessivo de um dos parceiros por sites pornográficos. O consumo contínuo desses produtos frequentemente acaba em alguma patologia, assinalou Layden. Ela lembrou que pela primeira vez o DSM 5, manual utilizado para fazer diagnósticos psiquiátricos, vai incluir como doenças as dependências de sexo e da pornografia.

Para os especialistas, o consumo de pornografia não é visto como um problema grave na sociedade. Por isso, eles reivindicam uma maior atenção sobre o assunto e pedem mais proteção, sobretudo para crianças e adolescentes. Segundo Layden, “um software para bloquear as páginas com conteúdos pornográficos na internet não é suficiente”, já que as crianças têm a seu alcance outros sites onde podem encontrar o código para desbloquear o filtro.

A pesquisadora exige à indústria do entretenimento que deixe de “fazer dinheiro ferindo crianças”. “A presença da pornografia na vida de muitos meninos e meninas adolescentes é muito mais significativa do que a maioria dos adultos acha”, apontou. Layden lamenta que a pornografia “deforme o desenvolvimento sexual saudável dos jovens”. Para Eberstadt, é preciso “mudar o que socialmente não está visto como algo mau” e perceber o tema como algo que afeta a sociedade em seu conjunto. Dessa forma será possível criar um movimento contra a pornografia.

O Witherspoon é um centro de pesquisa independente que promove a aplicação dos princípios fundamentais do Governo republicano e, segundo seu site, trabalha para melhorar os fundamentos morais das sociedades democráticas.
Fonte: Terra

–> Pornografia em excesso atrapalha sexo “de verdade” e vida profissional

Exagero no acesso ao conteúdo pode ser indício de distúrbio psiquiátrico
Camila Neumam, do R7

Ficar muito tempo vendo pornografia pode significar mais do que uma predileção por sexo, mas um transtorno compulsivo. Passar madrugadas adentro vendo sites, acessá-los no trabalho e preferir o sexo virtual ao real são sintomas do descontrole. Segundo os especialistas consultados pelo R7, o “vício em pornografia” pode atrapalhar o ato “de verdade” e afetar em cheio a vida profissional e social.

É o exemplo do estudante de direito Jorge (nome fictício), de 20 anos, que tem dificuldades para fazer os trabalhos da faculdade quando está sozinho em casa, porque passa mais tempo vendo pornografia do que estudando. Apesar do silêncio, ele não consegue se concentrar nas tarefas, já que a vontade de assistir a vídeos pornográficos na internet é constante. O que acaba acontecendo é o rapaz se masturbar vendo esse tipo de conteúdo, ficar cansado e perder o interesse no trabalho.

“Algo que eu demoraria uma hora para fazer acaba levando três porque eu tenho de fazer intervalos para entrar nos sites”. Segundo Marco Scanavino, psiquiatra do Prosex (Programa de Estudo em Sexualidade do Instituito de Psiquiatria do Hosiptal das Clínicas de São Paulo), este tipo de comportamento se torna compulsivo a medida que vai aumentando e fazendo a pessoa se desconcentrar do resto que a cerca.

“A pessoa começa a relaxar em outras áreas de vida, nos compromissos e no trabalho. Começa a ficar ausente nos relacionamentos e nas próprias ocasiões sexuais para ficar na internet vendo pornografia.” Exatamente o que acontece com Jorge. Na hora de fazer sexo “de verdade”, ele sente um certo desinteresse. “No começo é até legal, mas em poucos minutos a coisa acaba ficando menos interessante. A impressão que dá é que é mais divertido fazer sozinho mesmo. Fora que você sempre tem em mente que vai transar com uma estrela pornô, o que é quase impossível, e fica com os padrões altos demais na hora de escolher uma mulher.”

Perigo à vista: A compulsão pode ainda ter um caráter perigoso dependendo do estilo de pornografia escolhido, segundo o psiquiatra Alexandre Saadeh, especialista em sexualidade no Instituto de Psiquiatria da USP (Universidade de São Paulo). “Quando a pornografia se refere a comportamentos envolvendo objetos sexuais incomuns, proibidos, crianças, animais, pode-se caracterizar um transtorno de preferência sexual mais conhecido como parafilia.” Para Saadeh, se o comportamento parecer “uma prisão” é hora de procurar ajuda médica. “Caracteriza dependência quando o desejo sai do controle e aí passa a controlar a vida da pessoa. Ele/ela se sente subjugado pelo desejo de acessar, muitas vezes ao dia, o site de preferência, ou mesmo os sites que gosta. É quase que uma perda de espontaneidade. Vira uma prisão.”

Tratamento: De acordo com a psicóloga Cida Lessa, especialista em sexualidade humana, o tratamento do “vício em pornografia” tem duas frentes: psiquiátrica, com base em medicamentos para diminuir a ansiedade e a libido e, psicológica, com orientação de psicólogos que ajudarão a entender a origem do problema. O primeiro passo para se tratar, segundo a psicóloga, é admitir a condição e depois aceitar tomar remédios que vão tirar a vontade de ter prazer a todo momento.

“É complicado admitir porque se tem vergonha, e quem consegue faz em silêncio para não se expor. No entanto, muitos não querem tomar os remédios para não mexer na libido.” Segundo a psicóloga, não há causas específicas para o problema, mas a educação machista pode ser um fator de influência. Tanto que a compulsão é muito mais comum em homens do que em mulheres. “Como o homem tem mais acesso a conteúdo pornográfico desde criança, o que pode ser curiosidade no começo vai se fixando e aumentando.”

Com moderação: Se o consumo de material pornô não beirar ao excesso, não há o que se preocupar, segundo Scanavino. Ao contrário, ele pode ajudar a apimentar a vida sexual. “Se não for exagerado, pode dar um estímulo ao sexo. Não raro, casais usam o material pornográfico para ter relações a partir do filme.”
Fonte: R7

–> Curiosidade: Domínio ‘.xxx’ é aprovado para sites pornográficos

Aprovação da Icann chega após vários anos de resistência ao novo sufixo. Há cerca de 370 milhões de sites ‘adultos’; uso de .xxx pode superar o de .com. Sites ‘adultos’ terão domínio .xxx. A companhia que supervisiona a concessão de endereços de internet, Icann, aprovou formalmente nesta sexta-feira (25) a criação do domínio .xxx, destinado a facilitar a identificação de sites com conteúdo pornográfico.

A Icann, que é controlada pelo governo dos Estados Unidos, vinha resistindo à criação do domínio. Por várias vezes nos últimos anos, a empresa rejeitou um pedido da norte-americana ICM Registry de autorização para distribuir endereços de sites com sufixo .xxx, até dar seu sinal positivo ao novo domínio nesta sexta. Membros do conselho da Icann vinham argumentando que, para manter a neutralidade na concessão dos nomes de domínio, deveria ser criado o .xxx, permitindo que sites com conteúdo sexualmente explícito utilizassem o sufixo de maneira voluntária.

Com sua proposta, a ICM Registry que se apresenta como uma organização “independente e sem fins lucrativos” pretende criar “um rótulo reconhecível para identificar o que é oferecido pelas páginas da web”, sem a necessidade de visitá-las. Deste modo, “tanto os interessados como aqueles que não se interessam por conteúdos pornográficos terão uma marca identificável”.

Mais de US$ 3 mil são gastos com pornografia na internet a cada segundo. Para finalizar o processo de negociação do contrato de gestão do domínio e para que ele possa ser aplicado, a Icann e a organização promotora da iniciativa deverão agora chegar a um acordo sobre “os aspectos técnicos e financeiros”.

A pornografia on-line é uma indústria gigante. Segundo dados do grupo de estudos Internet Pornography Statistics, mais de US$ 3 mil são gastos com pornografia na internet a cada segundo, e a palavra “sex” (sexo, em inglês) é o termo mais buscado no mundo, representando 25% de todas as buscas na web. Estima-se que existam cerca de 370 milhões de endereços pornográficos na internet, o que significa que .xxx pode se tornar o domínio mais usado do mundo, talvez até superando o .com.

Alguns membros da indústria pornográfica, no entanto, são contrários à utilização do .xxx, afirmando que o sufixo facilita a censura e pode prejudicar os negócios. A direita religiosa norte-americana também é contra a criação do sufixo por razões morais.
Fonte: G1, com informações da EFE e da Reuters

—> Ver pornografia na internet causa disfunção erétil, diz estudo

Ver pornografia na internet pode ser o caminho mais rápido para ficar impotente. É isso que aponta uma reportagem da revista “Psychology Today”, publicada recentemente. Para fazer a afirmação, a publicação se baseia no estudo do urologista italiano Carlo Foresta, da Universidade de Pádua. Segundo a pesquisa, nada menos que 70% dos jovens do sexo masculino que procuram tratamento para problemas de performance sexual admitiram ver pornografia na internet de forma habitual.

Eles não conseguem ter ereção quando estão com uma mulher de verdade, mesmo não tendo nenhum problema físico, mas se masturbam normalmente com estímulos que encontram em sites pornográficos. Como, comprovadamente, a masturbação sozinha não causa o problema, os pesquisadores apontaram que ele estaria mesmo relacionado ao uso excessivo do material encontrado na internet e da necessidade de ver situações cada vez mais extremas para se excitar.

Segundo a revista, o problema atinge todas as culturas, classes sociais e níveis de educação. Mas, calma, tudo tem solução. Um “rehab” para os onanistas de plantão leva de 6 a 12 semanas, o tempo que o cérebro leva para se acostumar de novo ao estímulo sexual sem as imagens da internet.
FONTE: F5

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Conta uma lenda, que um monge superior estava precisando arrumar um novo guardião para seu templo. O responsável por essa função precisa ser alguém capaz de resolver problemas, por isso a seleção deveria ser criteriosa. O monge superior decidiu fazer um teste rigoroso. Ele reuniu os pupilos em volta de uma mesa e sobre ela colocou um belíssimo vaso, muito caro, cheio de detalhes bonitos, dizendo que ali havia um grave problema.  A maioria dos monges ficou pensando no que havia de errado no vaso. Eis que então, um dos pupilos vai a mesa, pega o vaso e o joga no chão, quebrando-o em vários pedaços, para o espanto dos demais. O monge superior lhe aplaudiu, dizendo que ele destruiu o problema.

Imagine que a pornografia é o tal do vaso. Bonito e fascinante, porém, um grande problema. Não tenha dó, nem dúvidas. Todo problema precisa ser destruido da sua vida. Pare e reflita como você pode fazer isso. Soluções bem pensadas destroem problemas de qualquer porte. Devemos ser a mudança que queremos ver! O pessimista vê a dificuldade em cada oportunidade. O otimista vê a oportunidade em cada dificuldade.Onde há uma vontade, há um caminho.

“Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível, e de repente você estará fazendo o impossível”. (São Francisco de Assis)
“Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim“. Chico Xavier

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